A ÂNFORA DO CAOS   (10/05/2014)
Poesias
Por: Ateu Poeta

 A ÂNFORA DO CAOS

 

Todo homem cava o próprio abismo

Não há tolo eufemismo melhor para explicar

Impróprio seria seguir a perfeição

Crava clava clara no fio da feição

 

Nenhum outro ser aprecia o seu fim

Feixe de peixe em piracema piramidal

Abita seu habitat espectral

No teatro afora da ânfora filamental

 

Às sinapses dos sonhos mais profundos

Passando do córtex ao límbico e parietal

Todo um sistema operacional complexo

Do plexo à pletora e cardial

 

Um caos sintomático

Pneumático de transtorno letal

 

Ateu Poeta

10/05/2014



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